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Mostrando postagens de novembro, 2025

A CORRUPÇÃO 4 - A AMIGA

Durante a semana seguinte, os desejos proibidos de Eduarda continuaram crescendo de forma incontrolável. Cada interação com sua família ou colegas se tornava uma tortura de luxúria reprimida. Dentro da igreja ela via seu pai acender algumas velas no altar, uma delas, bem grossa, possuía marcas que Eduarda reconheceu como seus fluidos, a exposição deixou a beira de um orgasmo. Quando o Pastor Jasper falava, sua voz grave enviava arrepios por todo o corpo da filha, ela se imaginada de quatro no chão lambendo e chupando o pau dele. Com sua mãe Helena não era diferente. Eduarda se pegava admirando as curvas generosas da mulher mais velha enquanto ela preparava o café. Fantasiava sobre como seria tocar aqueles seios fartos, provar o gosto de seus lábios macios e chupar sua vagina. O cheiro do perfume de Helena a deixava tonta de desejo. Mas era com Maicon que seus pensamentos se tornavam mais intensos e depravados. Eduarda não conseguia mais olhar para o irmão sem imaginar cenas eróticas. E...

CORRUPÇÃO - CAP. 3 - A TENTAÇÃO

Baseado em fatos reais. Durante a semana seguinte, sua puberdade tardia parecia continuar e em duas semanas ela precisou ir três vezes comprar novos sutiãs. Ela também mal conseguia olhar nos olhos de seus pais ou colegas de faculdade, temendo que de alguma forma eles pudessem ver a depravação que agora habitava sua mente. Mas por mais que tentasse, ela não conseguia controlar os pensamentos lascivos que a invadiam constantemente. Na igreja, enquanto seu pai pregava sobre pureza e castidade, Eduarda se pegava imaginando como seria fazer sexo ali mesmo, no altar. Ela visualizava os jovens do grupo de estudos bíblicos em uma orgia desenfreada, seus corpos nus se entrelaçando em êxtase profano. Na faculdade, cada interação inocente com seus colegas se tornava carregada de tensão sexual em sua mente febril. Ela não conseguia mais esconder seu olhar de desejo, enquanto olhava para Mariane, conhecida como a garota mais promíscua da faculdade, sua pele bronzeada, suas coxas torneadas que apar...

A CORRUPÇÃO - 2:-;A VERGONHA

Já era de manhã quando Eduarda desceu as escadas lentamente, seu corpo ainda dolorido dos eventos da noite anterior. Ela se sentia exausta e envergonhada, temendo que seus pais pudessem de alguma forma perceber o que ela havia feito. Na cozinha, sua mãe, Helena, estava preparando o café da manhã. O cheiro de ovos e bacon preenchia o ar, mas Eduarda sentiu seu estômago revirar. — Bom dia, querida — disse Helena com um sorriso caloroso — Dormiu bem? — Sim, mãe. Obrigada. — Eduarda forçou um sorriso fraco. Seu pai, o Pastor Jasper, já estava sentado à mesa lendo o jornal. Ele ergueu os olhos quando Eduarda entrou. — Bom dia, filha — ele disse — Está se sentindo bem? Parece um pouco pálida. Eduarda sentiu o pânico crescer dentro dela. Será que eles podiam ver? Será que de alguma forma sabiam o que ela havia feito? — Estou bem, pai — ela respondeu rapidamente — Só... não dormi muito bem. Helena se aproximou e colocou a mão na testa de Eduarda, que se encolheu instintivamente ao toque da mãe...

A CORRUPÇÃO - CAIPÍTULO 1 + A ENTIDADE

A tensão pairava no ar enquanto os jovens se reuniam no porão mal iluminado da igreja, mesmo escavado e construído recentemente apresentava rápidos sinais de deterioração. O teste de coragem proposto pelos gêmeos, Lucas e Mateus, parecia uma ideia divertida à luz do dia, mas agora, envoltos pela escuridão opressiva, todos sentiam um frio na espinha. Dentro da sala mal iluminada Eduarda estava embaixo da única lâmpada de teto que funcionada, ainda cética, vigiava o grupo com uma lanterna trêmula. Ela era loira de cabelos encaracolados e compridos, seus olhos eram azuis e ela começa a bem tarde proporções de corpo adulto. — Isso é ridículo — ela murmurou, mas sua voz vacilou. Os outros se aglomeraram atrás dela, olhos arregalados, escaneando as sombras. Os jovens se entreolharam, um misto de excitação e apreensão pairando no ar. A ideia de explorar o suposto cômodo secreto era tentadora demais para resistir. Com um brilho travesso nos olhos, os gêmeos propuseram: — E se fizéssemos um tes...

A CORRUPÇÃO - PRÓLOGO

Advertência: As histórias a seguir foram baseadas em fatos reais. Nomes e lugares foram alterados apenas para proteger os vivos. As narrativas foram reconstruídas a partir de relatos autênticos, extraídos por meio de mineração de dados em registros públicos, diários, depoimentos e investigações esquecidas. Alguns personagens acreditaram poder negociar com o inferno — e, por um tempo, pareceram vencer. Mas o preço cobrado por forças demoníacas nunca é o que se promete, e ninguém sai ileso de um pacto com o abismo. Este livro não busca glorificar o mal, mas advertir: quem chama pelas trevas, cedo ou tarde, será atendido. Se sentir algo estranho ao virar estas páginas — reze. PRÓLOGO O bunker, nos fundos do terreno da antiga igreja, tinha paredes de concreto grosso, com uma única lâmpada pendendo do teto – amarela, raquítica, como se tivesse medo de clarear o que se passava ali. A mulher estava presa à mesa, os pulsos amarrados com tiras de couro, as pernas amarradas tão juntas que a carn...

IRMÃ CRENTE E CARENTE

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Oi pessoal estou de volta sou Joel sou do nordeste hoje estou em Goiânia   moro sozinho aluguei uma casinha pequena aqui na cidade, não vou revelar o bairro porque a historia que vou narrar aqui hoje envolve uma senhora casada de uns 38 anos. Moro perto de uma igreja onde tem cultos as quartas feiras e aos domingos eu me sentindo muito sozinho saudade da família meus finais de semana pura solidão. Um final de semana estava em casa percebi a movimentação na igreja tinha uma festa onde os presentes cantavam falavam alto que me chamou a atenção foi umas crianças brigando em gente da igreja a rua e muito movimentada para muitos veículos inclusive ônibus coletivos da cidade eu tava indo ao supermercado compara alguma coisa percebi uma criança de 6 anos aproximadamente correndo essa criança vai pro meio da rua eu avistei ao longe um ônibus vindo em alta velocidade eu era o adulto mais próximo dela vendo o perigo eu corri peguei essa criança trouxe até a calçada outras crianças ...