A CORRUPÇÃO 4 - A AMIGA
Durante a semana seguinte, os desejos proibidos de Eduarda continuaram crescendo de forma incontrolável. Cada interação com sua família ou colegas se tornava uma tortura de luxúria reprimida. Dentro da igreja ela via seu pai acender algumas velas no altar, uma delas, bem grossa, possuía marcas que Eduarda reconheceu como seus fluidos, a exposição deixou a beira de um orgasmo. Quando o Pastor Jasper falava, sua voz grave enviava arrepios por todo o corpo da filha, ela se imaginada de quatro no chão lambendo e chupando o pau dele. Com sua mãe Helena não era diferente. Eduarda se pegava admirando as curvas generosas da mulher mais velha enquanto ela preparava o café. Fantasiava sobre como seria tocar aqueles seios fartos, provar o gosto de seus lábios macios e chupar sua vagina. O cheiro do perfume de Helena a deixava tonta de desejo. Mas era com Maicon que seus pensamentos se tornavam mais intensos e depravados. Eduarda não conseguia mais olhar para o irmão sem imaginar cenas eróticas. E...